
O Governo do Piauí está na fase final de elaboração do Marco Legal do Desenvolvimento Econômico, iniciativa pioneira voltada à modernização do ambiente de negócios no estado. O projeto, que será entregue em 2026, tem como foco central a desburocratização e a segurança jurídica para o setor produtivo, refletindo diretamente na atração de novos investimentos e na criação de novos postos de trabalho para a população piauiense.
O Marco está estruturado em cinco eixos temáticos fundamentais: Mineração e Energias Renováveis; Meio Ambiente, Aquicultura e Pesca; Ambiente de Negócios e Desburocratização; Estímulo à Inovação; e Parcerias com o Setor Privado.

Na prática, a consolidação do Marco Legal garante que, desde o pequeno produtor local até grandes grupos industriais, todos operem sob um conjunto de regras unificado e transparente. A entrega final da estrutura ocorrerá ainda neste ano, consolidando o Piauí como um destino seguro para investimentos e um estado propício ao desenvolvimento econômico.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico da SDE, Deusval Lacerda de Morais, uma melhor organização da legislação estadual é fundamental para o crescimento econômico sustentável. “O Marco Legal tem como objetivo a simplificação, atualização e consolidação da nossa legislação, para que ela seja mais desburocratizada e traga segurança jurídica, visando exatamente o desenvolvimento das atividades econômicas para geração de emprego e renda no Piauí”, destaca o superintendente.

Frentes de trabalho e redução de burocracia
Para assegurar a eficácia da nova estrutura, o trabalho foi dividido em três etapas. As fases de diagnóstico (mapeamento técnico) e consolidação (organização das normas) já foram concluídas. Atualmente, o Estado trabalha na criação de novos marcos, fase dedicada ao desenvolvimento de legislações específicas para setores com demanda por regulamentação moderna.
Um dos indicadores da eficiência do projeto é a redução do volume de normas. O levantamento inicial identificou 543 atos normativos que impactavam a economia. Após o processo de consolidação, o número foi reduzido para 192, tornando o sistema mais ágil tanto para o empresário quanto para a administração pública.
“Somos pioneiros no Brasil, visto que não existe um Marco Legal de Desenvolvimento Econômico ainda no país. Estamos à frente para que o investidor que venha ao Piauí tenha toda a clareza necessária para desenvolver suas atividades, prosperar e, consequentemente, contribuir diretamente com o seu desenvolvimento e o do Estado, além de gerar emprego e renda”, afirma Deusval.

Parques Empresariais e geração de emprego
Nesta reta final, o Estado trabalha na normatização dos Parques Empresariais, com unidades em finalização em cidades como Piripiri, Picos e Floriano, além da atualização das normas ambientais e de energia.
Os parques consistem em áreas planejadas para abrigar empresas e indústrias com infraestrutura completa e localização estratégica. Esse modelo foi desenhado para oferecer redução de custos operacionais e simplificação de processos regulatórios para as empresas que neles se instalarem.
O objetivo é que os parques se consolidem como centros logísticos e industriais capazes de impulsionar a geração de centenas de empregos diretos e indiretos, valorizando as vocações produtivas de cada município e atraindo novos negócios.

Economia Falhas no ponto de venda comprometem experiência do shopper
Economia Berry reúne 600 empresários de PMEs em imersão de gestão
Economia Empresas com ERP reduzem custos operacionais de 10% a 30%