
A adesão é voluntária e começa com o acompanhamento de um extensionista rural capacitado na metodologia do Protocolo. O produtor interessado pode procurar uma Casa de Agricultura da CATI para receber orientações sobre como iniciar o processo de participação.
O Protocolo é destinado a agricultores e agricultoras interessados em realizar a transição agroecológica de suas propriedades, com acompanhamento técnico durante as etapas previstas. A partir da adesão, produtor e extensionista constroem um planejamento para a adoção gradual de práticas sustentáveis, considerando as características de cada unidade produtiva.
O período previsto para a transição é de até cinco anos. Durante esse processo, o produtor conta com acompanhamento técnico e os documentos emitidos são renovados anualmente, permitindo acompanhar a evolução das práticas adotadas na propriedade.
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